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Ciência e Sociedade

Os cientistas no iMM trabalham em áreas importantes para a saúde humana, como a oncologia, doenças infeciosas, doenças neurodegenerativas, entre muitas outras e pretendem entender os mecanismos que levam a essas doenças, descobrindo pistas para melhores diagnósticos e novos tratamentos.

Como esses são temas absolutamente relevantes para a sociedade, é extremamente importante tornar a investigação desenvolvida no iMM mais perceptível e aumentar o envolvimento das pessoas com a ciência.

Um programa estruturado e que promova uma comunicação bidirecional entre os cientistas e os cidadãos, está atualmente a ser desenvolvido e implementado no iMM.

Horizontes iMM: Uma pergunta a três

Um cientista, um médico e um doente juntos em torno de uma pergunta. Este é o mote para o novo ciclo de conversas Horizontes iMM: Uma pergunta a três, uma iniciativa do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes (iMM) em parceria com a Fundação Belmiro de Azevedo que serão apresentadas no Grande Auditório João Lobo Antunes (Edifício Egas Moniz, Lisboa).

“Este ciclo de conversas terá para já quatro sessões que terão por base quatro descobertas ocorridas no iMM e com grande impacto no futuro da saúde humana e que queremos que a sociedade conheça, debata e acrescente valor”, explica Maria Mota, Diretora Executiva do iMM.

“Interessa-nos contribuir ativamente para o debate público sobre o rumo e o propósito da investigação biomédica em Portugal e para uma disseminação científica de qualidade. O painel de convidados destas sessões traz ao iMM médicos, cientistas, políticos, jornalistas, personalidades importantes da sociedade civil e cidadãos anónimos promovendo assim uma aproximação da Ciência à Sociedade que é fundamental”, diz Bruno Silva-Santos, Vice-Diretor do iMM.

“Ter uma voz ativa na sociedade significa também relacionarmo-nos com outros que se empenham igualmente neste objetivo e que façam dele um programa inspirador e de forte influência na nossa sociedade. Como é o caso da Fundação Belmiro de Azevedo, que partilha ainda com o iMM o interesse sobre os grandes temas da Educação e da Saúde”, sublinha ainda Maria Mota.

“A Fundação Belmiro de Azevedo tem muito orgulho em associar-se a esta iniciativa do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes porque sentimos que ela enaltece e promove a prática de uma medicina e de uma investigação médica centrada no doente e na forma de lhe assegurar a melhor qualidade de vida possível.” Nuno Azevedo, Presidente Comissão Executiva Fundação Belmiro de Azevedo.

Fique a saber mais sobre todas as sessões Horizontes iMM: Uma pergunta a três

Para mais informações consulte também: Horizontes iMM


Porque é que o cancro nos escapa?

20 Fevereiro 2019

Participantes: Fernando Rosas, Luís Costa and Bruno Silva-Santos

Moderação: Graça Franco

Live Stream | Horizontes iMM: Uma Pergunta a Três - Porque é que o cancro nos escapa?: http://bit.ly/HorizontesiMM1


Porque é que os músculos deixam de obedecer?

20 Março 2019

Participantes: Pedro Souto, Mamede de Carvalho e Edgar Gomes

Moderação: Graça Franco

Live Stream | Horizontes iMM: Uma Pergunta a Três - Porque é que os músculos deixam de obedecer?: http://bit.ly/HorizontesiMM2


Porque é que o cérebro deixa de comunicar com o corpo?

19 Junho 2019

Participantes: Paulo Teixeira Pinto, Joaquim Ferreira e Luísa Lopes

Moderação: António Barreto

Live Stream | Horizontes iMM: Uma Pergunta a Três - Porque é que o cérebro deixa de comunicar com o corpo?: http://bit.ly/iMMHorizontes3


Porque é que a medula espinhal não regenera?

16 Outubro 2019

Participantes: Salvador Mendes de Almeida, António Francisco and Leonor Saúde

Moderação: António Barreto

Live Stream | Horizontes iMM: Uma Pergunta a Três - Porque é que a medula espinhal não regenera?: http://bit.ly/HorizontesiMMSessão4

Ciência nas Ruas

Em 2018, foi desenvolvida uma campanha de consciencialização pública com o lema “Antes de uma grande resposta, há sempre uma grande pergunta”, que tinha como foco a procura contínua de perguntas, feitas pelos cientistas do iMM. Esta campanha foi destinada ao público em geral, e foi disseminada em vários meios de comunicação, como por exemplo: jornais, televisão nacional, redes sociais e comunicação local na região de Lisboa. Esta disseminação teve como objetivo criar uma maior proximidade com a comunidade local, nacional e internacional.

“Porque razão não há ainda uma vacina contra a malária?, “Como nasce um cancro na mama?”, “O que é que o chocolate faz ao nosso cérebro?” são algumas das questões que foram aplicadas em diferentes materiais produzidos para ilustrar a ciência desenvolvida pelos cientistas e os projetos internacionais em curso no iMM.

Estes materiais de comunicação foram disseminados através dos 49 mupis digitais presentes na rua e nas estações de metro da cidade de Lisboa. Durante quatro semanas, os cidadãos e visitantes em Lisboa tiveram a possibilidade de visualizar e interagir com estes mupis. Simultaneamente, os vídeos e os restantes materiais gráficos foram disseminados pelas diferentes redes sociais do iMM.

“Despertar a curiosidade sobre as imagens de ciência e as questões em que estamos a trabalhar, foi o ponto de partida para aproximar os cientistas do cidadão comum. Cada outdoor tinha um QR Code específico que ligava essas imagens científicas a curtos vídeos com os nossos cientistas”, explica Maria M. Mota, Diretora Executiva do iMM. Em conjunto com esta ação, foi também desenvolvido um anúncio televisivo que foi divulgado por dois canais da televisão portuguesa, em horário nobre.

Esta campanha foi também referenciada nos meios de comunicação portugueses, como por exemplo a revista Briefing, Meios e Publicidade, em programas noticiosos de televisão como a Edição da Manhã (SIC), Diário da Manhã (TVI), e em programas de rádio como a Prova Oral (Antena 3). Isto permitiu que houvesse um maior impacto destas ações, e que a campanha chegasse a um maior número de pessoas.

Foi ainda criada uma Caixa Societal. Esta caixa incluía alguns dos materiais gráficos usados na campanha e foi distribuída entre representantes de diversos grupos de interesse (associações de pacientes, indústria, professores e estudantes, organizações civis, políticos). Esta abordagem permitiu otimizar os recursos disponíveis e aumentar os benefícios globais da campanha, criando assim ferramentas que promovessem a visibilidade da investigação desenvolvida no iMM.

Foi a primeira vez que uma campanha deste género foi lançada em Portugal, o que promoveu um maior impacto na perceção do público acerca do trabalho dos cientistas.