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Horizontes iMM: Uma pergunta a três

Fevereiro 7, 2019

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Um cientista, um médico e um doente juntos em torno de uma pergunta. Este é o mote para o novo ciclo de conversas Horizontes iMM: Uma pergunta a três, uma iniciativa do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes (iMM) em parceria com a Fundação Belmiro de Azevedo que serão apresentadas no Grande Auditório João Lobo Antunes (Edifício Egas Moniz, Lisboa).

Este ciclo de conversas terá para já quatro sessões que terão por base quatro descobertas ocorridas no iMM e com grande impacto no futuro da saúde humana e que queremos que a sociedade conheça, debata e acrescente valor”, explica Maria Mota, Diretora Executiva do iMM.

“Interessa-nos contribuir ativamente para o debate público sobre o rumo e o propósito da investigação biomédica em Portugal e para uma disseminação científica de qualidade. O painel de convidados destas sessões traz ao iMM médicos, cientistas, políticos, jornalistas, personalidades importantes da sociedade civil e cidadãos anónimos promovendo assim uma aproximação da Ciência à Sociedade que é fundamental”, diz Bruno Silva-Santos, Vice-Diretor do iMM.

Ter uma voz ativa na sociedade significa também relacionarmo-nos com outros que se empenham igualmente neste objetivo e que façam dele um programa inspirador e de forte  influência na nossa sociedade. Como é o caso da Fundação Belmiro de Azevedo, que partilha ainda com o iMM o interesse sobre os grandes temas da Educação e da Saúde”, sublinha ainda Maria Mota.

“A Fundação Belmiro de Azevedo tem muito orgulho em associar-se a esta iniciativa do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes porque sentimos que ela enaltece e promove a prática de uma medicina e de uma investigação médica centrada no doente e na forma de lhe assegurar a melhor qualidade de vida possível.” Nuno Azevedo, Presidente Comissão Executiva Fundação Belmiro de Azevedo.

 

Para mais informações consulte também: Horizontes iMM 

Fique a saber mais sobre todas as sessões Horizontes iMM: Uma pergunta a três

  • Porque é que o cancro nos escapa? | 20 Fevereiro 2019

    Um cientista, um médico e um doente juntos em torno de uma pergunta. Este é o mote para o novo ciclo de conversas Horizontes iMM: Uma pergunta a três, uma iniciativa do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes (iMM) em parceria com a Fundação Belmiro de Azevedo que será apresentada no próximo dia 20 de Fevereiro, pelas 18:00, no Grande Auditório João Lobo Antunes (Edifício Egas Moniz, Lisboa).

    Este ciclo de conversas terá para já quatro sessões que terão por base quatro descobertas ocorridas no iMM e com grande impacto no futuro da saúde humana e que queremos que a sociedade conheça, debata e acrescente valor”, explica Maria Mota, Diretora Executiva do iMM.

    Porque é que o cancro nos escapa? é a primeira conversa que contará com a participação de Fernando Rosas (ex-deputado do Bloco de Esquerda), Luís Costa (Diretor do Serviço de Oncologia do Hospital de Santa Maria) e Bruno Silva-Santos (Cientista do iMM) e será a primeira de um ciclo de quatro sessões do programa que terá moderação de Graça Franco e António Barreto. Entre Fevereiro e Outubro (datas abaixo) para além do cancro, o público poderá saber mais e debater sobre doenças neuromusculares, doença de Parkinson e doenças vertebro-medulares.

    “Interessa-nos contribuir ativamente para o debate público sobre o rumo e o propósito da investigação biomédica em Portugal e para uma disseminação científica de qualidade. O painel de convidados destas sessões traz ao iMM médicos, cientistas, políticos, jornalistas, personalidades importantes da sociedade civil e cidadãos anónimos promovendo assim uma aproximação da Ciência à Sociedade que é fundamental”, diz Bruno Silva-Santos, Vice-Diretor do iMM.

    Ter uma voz ativa na sociedade significa também relacionarmo-nos com outros que se empenham igualmente neste objetivo e que façam dele um programa inspirador e de forte  influência na nossa sociedade. Como é o caso da Fundação Belmiro de Azevedo, que partilha ainda com o iMM o interesse sobre os grandes temas da Educação e da Saúde”, sublinha ainda Maria Mota.

    “A Fundação Belmiro de Azevedo tem muito orgulho em associar-se a esta iniciativa do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes porque sentimos que ela enaltece e promove a prática de uma medicina e de uma investigação médica centrada no doente e na forma de lhe assegurar a melhor qualidade de vida possível.” Nuno Azevedo, Presidente Comissão Executiva Fundação Belmiro de Azevedo.

     

    Live Stream | Horizontes iMM: Uma Pergunta a Três - Porque é que o cancro nos escapa: http://bit.ly/HorizontesiMM1

     

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  • Porque é que os músculos deixam de obedecer? | 20 Março 2019

    O tema desta sessão serão as doenças neuromusculares, em que se insere a ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), e à pergunta Porque é que os músculos deixam de obedecer? tentarão responder Pedro Souto (paciente e Presidente da APELA), Mamede de Carvalho (Vice Diretor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e um dos fundadores da APELA) e Edgar Gomes (Cientista do iMM). Esta é a segunda de um ciclo de quatro sessões do programa que terá moderação de Graça Franco.

     “Hoje, dia em que se assinala um ano da morte de um dos mais famosos pacientes com ELA, Stephen Hawking, continua a ser muito importante trazer o tema das doenças neuromusculares para a ordem do dia. Todos os dias procuramos combater estas doenças e melhorar a qualidade de vida destes doentes”, refere Mamede de Carvalho. “Em paralelo, procuramos perceber quais são os mecanismos moleculares que estão na base da formação e organização do músculo e também tentar compreender o que está errado em diferentes doenças neuromusculares. Em conjunto queremos debater as diferentes perspectivas e também assim encontrar respostas comuns”, frisa ainda Edgar Gomes.

    Este ciclo de conversas vai na segunda sessão e tem por base descobertas ocorridas no iMM e com grande impacto no futuro da saúde humana e que queremos que a sociedade conheça, debata e acrescente valor”, explica Maria Mota, Diretora Executiva do iMM.

     

    Live Stream | Horizontes iMM: Uma Pergunta a Três - Porque é que os músculos deixam de obedecer?: http://bit.ly/HorizontesiMM2

     

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  • Porque é que o cérebro deixa de comunicar com o corpo? | 19 Junho 2019

    A Doença de Parkinson é uma das doenças neurodegenerativas mais prevalentes, estimando-se a existência de cerca de 18 000 doentes afetados em Portugal. A sua incidência aumenta com a idade sendo previsível, portanto, que o número de doentes venha a aumentar significativamente à medida que aumenta a esperança de vida.

    A pergunta é então colocada: Porque é que o cérebro deixa de comunicar com o corpo? Esta e outras perguntas serão o mote para a terceira sessão do programa que contará com Paulo Teixeira Pinto, Joaquim Ferreira (Médico e Professor da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa) e Luísa Lopes (Cientista do iMM), com moderação de António Barreto.

    Apesar de ser uma doença progressiva e potencialmente incapacitante existem múltiplos tratamentos altamente eficazes e que melhoram significativamente a qualidade de vida dos doentes com Parkinson. Existem em Portugal centros clínicos e de investigação altamente competentes na abordagem desta doença”, explica Joaquim Ferreira. “O cérebro e a forma como o seu funcionamento é afetado pelas doenças neurodegenerativas constitui um desafio para as neurociências. Muito do nosso esforço passa agora por compreender os mecanismos moleculares e a biologia deste orgão complexo. São estes dados que poderão ajudar-nos a encontrar novas estratégias eficazes para retardar o progresso desta doença”, acrescenta Luísa Lopes.

     

    Live Stream | Horizontes iMM: Uma Pergunta a Três - Porque é que o cérebro deixa de comunicar com o corpo?:

     

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Próximas Datas:

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